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INDIE ROCK N ROLL

Ultima Discografia Adicionada: Warpaint, Tripwires, Beach Fossils, Wild Nothing, Alvvays, The Horrors e The Virgins.

Ultima Discografia Atualizada: The Futureheads, The Vines, Pixies e The Killers.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Hiato do blog

Indiemaníacos, vim aqui esclarecer os motivos pelos quais o blog não tem sido mais atualizado como deveria.
O criador do blog, Ian, está em projetos pessoais e deveras ocupado, então, não pode estar se dedicando ao máximo as postagens.
Porém, em breve, o blog voltará a ativa com a minha ajuda e de alguns que recrutarei para desempenhar este papel.
O blog não pode parar, precisa continuar disponibilizando os downloads devidos para todos os fãs que acompanharam nossa jornada até agora.
Não se preocupe, em breve voltaremos.
Um abraço.

sábado, 7 de maio de 2011

Recomendação da Semana - We Are Scientists (por Katherine Moreira)


A recomendação de hoje é a banda We Are Scientists (clique para baixar a discografia), que é californiana mas é facilmente confundida com grupos britânicos como Franz Ferdinand ou Bloc Party.
É atualmente constituída por Keith Murray (guitarra e vocal), Chris Cain (baixo e backing vocal) e Michael Tapper (ex-baterista e backing vocal).

Foi formada no ano 2000, na Califórnia, posteriormente se firmando em Nova York.
No começo da carreira, é de se perceber que apesar de chamarem a atenção do público, o primeiro álbum é bem "caseiro" e isso se percebe até pela capa. Safety, Fun and Learning (in that order) foi bem modesto e bagunçado em relação aos consecutivos, mas é natural que em começo de carreira nenhum som esteja decidido ainda.

O grande sucesso veio com With Love and Squalor que vendeu o satisfatório número de 100.000 cópias nos primeiros seis meses em que ficou nas lojas. Este álbum é mais maduro que o anterior e podemos perceber letras mais bem colocadas e inteligíveis que o anterior, que parecia ser só um "teste", digamos assim.

Já com o álbum Brain Thrust Mastery, seu segundo grande sucesso, o cenário de popularidade aumentou e eles foram parar no top 40 singles na parada de álbuns do Reino Unido com as faixas "After Hours" e "Chick Lit".

Em todos os álbuns o comum é o bom humor. Muitas das letras são divertidas e abordam situações inusitadas da vida que passamos. Até as fotos da banda passam algo cômico.

O quinto álbum segue a linha dos dois anteriores e recebe o nome de "Barbara".
O We Are Scientists possui alguns EPs e também coletâneas com remixes e b-sides.

Seu estilo musical é extensivo entre o Indie Rock e o Pós-Punk.
Pode ser comparada com The Futureheads, Mystery Jets, The Maccabees e The Pigeon Detectives.


Discografia:

Safety, Fun, and Learning (In That Order) (2002)
With Love and Squalor (2005)
Crap Attack (2006)
Brain Thrust Mastery (2008)
Barbara (2010)


"Inaction"



"After Hours"


"Nobody Move, Nobody Get Hurt"



"The Great Escape"




Mais informações sobre:

Site Oficial

Abs.

sábado, 16 de abril de 2011

Recomendação da Semana - The Dandy Warhols (por Katherine Moreira)


Os The Dandy Warhols formam uma banda de rock psicodélico/indie, que em módulo foi formada em Portland, Oregon no ano de 1994. Foi originalmente constituída por Courtney Taylor-Taylor no vocal e na guitarra, Zia McCabe no teclado, Peter Holmström na guitarra e Eric Hedford nas baterias, anos depois, sendo substituído pelo primo de Taylor-Taylor, Brent de Boer.

É meio que óbvio perceber que o nome dado a banda é um trocadilho com a graça do tão renomado artista Andy Warhol.

Os Warhols dispõem de uma grande variedade de influências, sendo elas o grunge (e sua época decaída), punk rock, Bowie e pseudo-intelectualidade urbana e folk caipira.
Tudo nasceu em Portland, próximo a Seattle em 93, quando o grunge começava a sair de cena ou a cair nas preferências. Taylor-Taylor tinha já possuía em mente a grande vontade de formar uma banda tão quanto seus ídolos fizeram quando um pequeno desejo de mostrar música apareceu.

Da vontade surgiu o plano posto em prática. Taylor que conhecia Courtney, que conhecia Eric Hedford que conhecia Zia McCabe que se interconectaram e colocaram a banda pra funcionar. No início, se chamavam "Andy Warhol's Wet Dream", que quase muito em breve foi modificado para "The Dandy Warhols".

Depois de certo tempo, já eram consideravelmente conhecidos na cidade e seus shows eram bem disputados. E como toda banda que tem uma vocação para o sucesso e desperta interesses, foram chamados para fazer parte do selo local, Tim/Kerr.

Na estréia oficial dos Warhols, que em grande parte foi modesta, ainda apresentava certo experimentalismo, pelos vocais longínquos e guitarras repetitivas.

Os Dandy começaram a escalar o monte da popularidade e, como consequência foram chamados para fazer parte de uma gravadora maior, a Capitol.

A partir daí, começaram a lançar álbuns e mais álbuns.
Cada álbum pode se dizer como uma evolução do anterior, quando efeitos eram agregados e assim, contribuiam para enriquecer o som e não permanecer na mesmice.

Posteriormente a assinatura com a Capitol, eles estavam planejando um CD que até hoje não se sabe porque foi deixado de lado. Mas como hoje em dia quase nada permanece como segredo de estado, o álbum vazou na web sendo intitulado de "The Black Album" e, anos depois, os próprios lançaram o álbum misterioso juntamente com uma coletânea.

A carreira do The Dandy Warhols é riquíssima em participações. Evan Dando (do Lemonheads), Simon Le Bon (vocalista do Duran Duran) e Ziggy Stardust, ou melhor dizendo, o próprio e lendário David Bowie.

A discografia dos Warhols não permanece numa linha de raciocínio musical apenas. A cada trabalho que lançavam, iam generalizando e aumentando mais o campo de observação e de inspiração que tinham para fazer canções. É um rock desleixado, sem muitas regras e que agrada a muitos, mas conquista também muitos haters por onde passam por passarem a imagem de que não estão nem aí pro que pensam. Não seguem modas e nem fórmulas mágicas, tampouco se vendem para a mídia para conseguir subir no hall da fama às custas de sua arte pura.

Álbuns de estúdio:

Dandy's Rule, Ok? (1995)
...The Dandy Warhols Come Down (1997)
Thirteen Tales From Urban Bohemia (2000)
Welcome to the Monkey House (2003)
Odditorium or Warlords From Mars (2005)
Earth to the Dandy Warhols (2008)

Outros:

The Black Album (2004)
Come On Feel The Dandy Warhols (2004)
The Dandy Warhols Are Sound (2009)

Compilações:
The Capitol Years 1995-2007 (2010)


Bohemian Like You



Get Off



We Used to be Friends



Every Day Should be a Holiday



Mais informações:

Site Oficial





segunda-feira, 11 de abril de 2011

Two Door Cinema Club - Discografia




Two Door Cinema Club é uma banda de Indie Rock originária de Bangor/Donaghadee, County Down, Irlanda. Formada em 2007, a banda é composta por Sam Halliday (Guitarra e Voz), Alex Trimble (Voz, Guitarra e Sintetizador) e Kevin Baird (Baixo e Voz). A banda tem contrato com o selo Kitsuné Music, com que lançou seu álbum de estreia, "Tourist History", em 1 de Março de 2010, anteriormente lançou um EP intitulado de "Four Words To Stand On", contendo 5 músicas.


Two Door Cinema Club já fez alguns shows de abertura para bandas como autoKratz, Delphic, Foals, Phoenix e Metronomy. Excursionaram pela Inglaterra e Irlanda em Março de 2010, pela turnê de seu álbum de estreia, Tourist History.


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Undercover Martyn:






Something Good Can Work:






I Can Talk:








Discografia






Four Words To Stand On

01 - Cigarettes In The Theatre
02 - Do You Want It All
03 - New Houses
04 - Undercover Martyn
05 - Standing On Ghosts

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Tourist History

01 - Cigarettes In The Theatre
02 - Come Back Home
03 - Do You Want It All
04 - This Is The Life
05 - Something Good Can Work
06 - I Can Talk
07 - Undercover Martyn
08 - What You Know
09 - Eat That Up, It's Good For You
10 - You're Not Stubborn

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Beacon

01 - Next Year
02 - Handshake
03 - Wake Up
04 - Sun
05 - Someday
06 - Sleep Alone
07 - The World Is Watching
08 - Settle
09 - Spring
10 - Pyramid
11 - Beacon

segunda-feira, 4 de abril de 2011

The Drums - Discografia




The Drums é uma banda Americana de Indie Pop, classificada também no sub-gênero Revival Post-Punk. Originária de Brooklyn, Nova Iorque, o The Drums é formado por Jonathan Pierce (Voz), Jacob Graham (Guitarra), Connor Hanwick (Bateria) e Tom Haslow (Guitarra de apoio ao vivo).

Os membros fundadores Jonathan Pierce e Jacob Graham se tornaram amigos de infancia, quando se conheceram em um acampamento de verão. Logo após se conhecerem, formaram a banda de Electro-Pop "Goat Explosion", e excursionaram pelo país.


Dois anos separados então; Pierce forma a banda de Indie Rock "Elkand", que rapidamente ganha a atenção da midia e assina com a Columbia Records. Enquanto isso, Graham forma a banda "Horse Shoes", que assina com a Shelflife Records. Cansados do estilo electro-pop, decidem trocar os sintetizadores por guitarras, e formam assim o The Drums no final do ano de 2006, em Nova Iorque, convidam também o baterista Connor Hanwick para se juntar à banda.

O grupo cita outras bandas como fortes influências em suas músicas, tais como The Smiths, Joy Division, The Tough Alliance, The Legends, The Shangri-las, The Embassy e Orange Juice. Graham também menciona seu gosto pelo Reverb em suas canções e diz: "Se o reverb não existisse, Nós nem tentariamos formar uma banda".


Myspace Oficial

Best Friends:




Books Of Stories:







Discografia:






Summertime

01 - Let's Go Surfing
02 - Make You Mine
03 - Don't Be A Jerk, Johnny
04 - Submarine
05 - Down By The Water
06 - Saddest Summer
07 - I Felt Stupid

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The Drums

01 - Best Friend
02 - Me And The Moon
03 - Let's Go Surfing
04 - Book Of Stories
05 - Skippin' Town
06 - Forever And Ever Amen
07 - Down By The Water
08 - It Will All End In Tears
09 - We Tried
10 - I Need Fun In My Life
11 - I'll Never Drop My Sword
12 - The Future

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Portamento

01 - Book Of Revelation
02 - Days
03 - What You Were
04 - Money
05 - Hard To Love
06 - I Don't Know How To Love
07 - Searching For Heaven
08 - Please Don't Leave
09 - If He Likes It Let Him Do It
10 - I Need A Doctor
11 - In The Cold
12 - How It Ended
13 - Blue Stripes
14 - What We Had

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Encyclopedia

01 - Magic Mountain
02 - I Can't Pretend
03 - I Hope Time Doesn't Change Him
04 - Kiss Me Again
05 - Let Me
06 - Break My Heart
07 - Face of God
08 - U.S. National Park
09 - Deep in My Heart
10 - Bell Laboratories
11 - There Is Nothing Left
12 - Wild Geese

sábado, 2 de abril de 2011

Recomendação da Semana - Travis (por Katherine Moreira)


Fala, galera. A banda de hoje foi escolhida por pedidos na shoutbox indie do blog e, decidi recomendá-la por também simpatizar muito com a discografia deste artista.

É um grupo escocês que produz música no mais homenageado estilo britpop, que surgiu oficialmente no ano de 1999 e está ativa até os dias de hoje. É formado oficialmente por Neil Primrose (baterista), Fran Healy (vocalista), Andy Dunlop (guitarrista) e Dougie Payne (baixista).

Travis é constituído por garotos que se formaram na escola de arte de Glasgow e, que como todo ser humano por naturalidade, tinham sentimentos sobre amor que não conseguiam ser expressados através apenas de ações, e sua música fala sobre esse contexto. Fala sobre garotas, álcool, desprezo e não-correspondência amorosa.

Originalmente, a banda foi criada em 1991, com o nome de "Glass Onion", só então mudando para o nome "Travis" em 1994.

Eles possuem seis álbuns oficiais e algumas coletâneas entre "Instrumental" e "Best of". Mudaram deveras a maneira de tocar e de abordar os temas dentro das músicas ao longo dos anos. No primeiro álbum, o nomeado "Good Feeling" é o mais agitado e "revoltado" musicalmente. As batidas são mais fortes e não há muito compromisso com a melancolia. Esse foi realmente um debut de "estourar". Neste álbum encontramos os destaques "Happy", "Good Feeling", e "More Than Us", que rendeu aos caras um grande elogio de ninguém mais, ninguém menos que Sr. Noel Gallagher que se dizia um atencioso fã sobre sua música.

O grupo vai entre extremos quando o assunto é composição. Na discografia, podemos perceber destacadamente as diferenças entre o começo e o resto da carreira. Nos álbuns seguintes é muito forte a marca da tristeza e da melancolia, e de letras que se impõem pelo sentimento de "fossa" que transmitem aos ouvintes.

O álbum "The Man Who" abriga alguns dos maiores singles da banda, além de ser um dos melhores e agradáveis álbuns de se ouvir. Canções como "Why does it always rain on me?", "Driftwood" e "Writing to reach you" recheiam este belo exemplar do que o Travis representa. Aliás, "Writing to reach you" virou polêmica entre muitos por sua introdução ser exageradamente semelhante com "Wonderwall", do Oasis. Ao ser questionado, Fran Healy disse tranquilamente que música são apenas acordes e que estes podem se repetir descompromissadamente.

"The Invisible Band" contém o maior sucesso deles, chamado de "Sing" e é igualmente sentimentalista ao anterior. Os álbuns seguintes "12 Memories", "The Boy With No Name" e o mais recente "Ode do J.Smith" de 2008, seguem a linha que foi firmada no segundo álbum, sendo este último um álbum muito rápido de se ouvir, não tendo feito tanto sucesso quanto os anteriores, mas pode-se dizer que é uma obra incompreendida.

Para vocês se situarem melhor e compreender do que se trata a música do Travis, o som deles se assemelha ao som do Keane, Starsailor, Coldplay e Oasis.

A discografia se compreende por:

Good Feeling (1997);
The Man Who (1999);
The Invisible Band (2001);
12 Memories (2003);
The Singles (coletânea best of) (2004);
The Boy WIth No Name (2007);
Ode to J. Smith (2008).


Sing



Why Does It Always Rain On Me?



Driftwood



Writing to Reach You




Mais informações:

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Até a próxima, campeões.

segunda-feira, 28 de março de 2011

The Pains Of Being Pure At Heart - Discografia




The Pains Of Being Pure At Heart é uma banda de Indie Pop originária de Nova Iorque. Formada por Kip Berman (Voz e Guitarra), Peggy Wang (Teclado e Voz), Alex Naidus (Baixo), Christoph Hochheim (Guitarra) e Kurt Feldman (Bateria).

Seu primeiro álbum foi EP independente, auto-intitulado "The Pains Of Being Pure At Heart", lançado em 2007 pelo selo Painbow Records.


No dia 3 de Fevereiro de 2009, pelo selo Sluberland Records, lançam o álbum de estreia, intitulado também de "The Pains Of Being Pure At Heart". Seu álbum de estreia alcança a 9ª posição no Billboard Heatseekers Chart. Em 22 de Setembro de 2009, lançam seu segundo EP, intitulado de "Higher Than The Stars". E em 29 de Março de 2011, lançam o álbum "Belong".

O nome da banda vem de uma estória infantil com o título de mesmo nome da banda, escrita por um amigo do vocalista Kip Berman.


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Heart In Your Heartbreak (Live At Late Show):






Even In Dreams:






Say No To Love:








Discografia





The Pains Of Being Pure At Heart EP

01 - This Love Is Fucking Right!
02 - Orchard Of My Eye
03 - Doing All The Things That Wouldn't Make Your Parents Proud
04 - Hey Paul
05 - The Pains Of Being Pure At Heart

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Higher Than The Stars EP

01 - Higher Than The Stars
02 - 103
03 - Falling Over
04 - Twins
05 - Higher Than The Stars (Saint Etienne Visits Lord Spank Mix)

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The Pains Of Being Pure At Heart

01 - Contender
02 - Come Saturday
03 - Young Adult Friction
04 - This Love Is Fucking Right
05 - The Tenure Itch
06 - Stay Alive
07 - Everything With You
08 - A Teenager In Love
09 - Hey Paul
10 - Gentle Sons

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Belong

01 - Belong
02 - Heavens Gonna Happen Now
03 - Heart In You Heartbreak
04 - The Body
05 - Anne With An E
06 - Even In Dreams
07 - My Terrible Friend
08 - Girls Of 1000 Dreams
09 - Too Tough
10 - Strange

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domingo, 27 de março de 2011

David Bowie - Toy



Este álbum "novo" vazou há alguns dias na internet, porém não há nada de novo, considerando que estas canções David Bowie pretendia lança-las no início dos anos 2000, junto à um material inédito, em um álbum intitulado de "Toy".

David Bowie - Discografia Completa


Toy

01 - Uncle Floyd
02 - Afraid
03 - Baby Loves That Way
04 - I Dig Everything
05 - Conversation Piece
06 - Let Me Sleep Beside You
07 - Toy (Your Turn To Drive)
08 - Hole In The Ground
09 - Shadow Man
10 - In The Heat Of The Morning
11 - You've Got A Habit Of Leaving
12 - Silly Boy Blue
13 - Liza Jane
14 - The London Boys

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sexta-feira, 25 de março de 2011

Recomendação da Semana - Say Hi (Por Rafaela Gonçalves)




Esta sexta irei sugerir a vocês uma banda um tanto singular. Say Hi to Your Mom é formada e inteiramente arquitetada pelo cantor e compositor, Eric Elbongen. Nascido no sul da California, logo depois de sua formatura, Eric mudou-se para NY, onde criou, em 2002, o genuíno projeto de um homem só. Mesmo ano em que Eric fundou a Euphobia Records como saída para liberação de seus discos.


“Discosadness” saiu junta e instantaneamente com a fundação da gravadora, já demonstrando o enorme potencial que esse solitário artista tem a nos oferecer. Dois anos após, foi seguido com o álbum “Numbers & Mumbles”, contendo uma marcante inspiração geek que, creio eu, agradaria muito aos fãs de Weezer.

Sucedeu-se em 2004, o “Ferocious Mopes” já com a premissa de que Eric tem um verdadeiro dom para nomear as coisas, além de sua infinita genialidade musical. As faixas “Poor Pete Is a Bit Self Conscious”, “As Smart as Geek Is Chic Right Now” e “I Think I'll Be a Good Ghost” já revelam-se por si próprias. O baterista Chris Egan III e o tecladista Jeff Sheinkopf foram adicionados à programação do Say Hi to Your Mom, após atuarem de apoio em uma turnê de “Numbers & Mumbles”.



E então, veio o quarto lançamento, “Impeclabes Blahs”, com uma temática regada integralmente pelo “sobrenatural”. Letras com uma constante referência a vampiros, melodias góticas, marcadas pesadas de baixo e Eric destilando um vocal suave e sinistro, tecendo, assim, no álbum uma fluidez doce e assustadora. Além dos seres noturnos, há também a menção de Star Treke, a música”Angels and Darlas” é uma alusão para os personagens Angel e Darla, da série Buffy, a Vampire Slayer e sua spin-off Angel.

Em 2006, com o lançamento de “The Whishes and the Glitch”, o inusitado e espirituoso nome foi reduzido a Say Hi. O que eu acho uma pena, curtia bastante o título original. A alteração foi feita nesse quinto álbum pelo nome anterior não se adequar mais à ideologia da banda.

Em algumas turnês, Eric conta com o apoio de amigos para o acompanharem em algumas canções, por sua vez, na falta dos mesmos, utiliza-se de máquinas nas quais são chamadas por ele de “robôs”, que produzem os sons complementares no show.



Por fim, os dois últimos álbuns procederam com uma designação onomatopéica, “Oohs and Aahs” em 2009 e, o fresquinho ”Um, Oh Uh” lançado agora em janeiro. Ambos anunciam que Eric continua sendo um mestre de sua fábrica pessoal, refinando sons e manipulando vocais e instrumentos com extrema habilidade e experiência. Ora contendo, ora explodindo, abusando de letras introspectivas e melodias nostálgicas. O piano tinido encaixa-se perfeitamente com sua guitarra concisa e emolduram suas canções resultando em uma estética muito bem elaborada. Dois álbuns excelentes!

Guitarras elétricas, riffs angulares, batidas eletrônicas e vibrantes, teclados e várias camadas de criatividade sonora, todas contrastando com a serena e melodiosa voz de Elbongen. Tudo isso você encontra na rebuscada banda de um homem só. Não há mais nada igual como essa sonoridade dinâmica e criativa, resultante de uma mixagem de elementos que fazem brotar uma atmosfera dançante, enérgica e psicodélica, remetendo a uma mistura de MGMT com Strokes. As letras compostas por Eric conseguem soar, ao mesmo tempo, intensamente pessoal e completamente opacas, algumas totalmente insanas e outras inteligentes e arranjadas. Todo um universo que é fabricado diretamente de seu quarto, que se encontra atualmente em Seattle. O que o talento aliado a tecnologia pode produzir, hã?

Espero que aproveitem a dica!
Bom final de semana, até mais ver!

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Discografia:



Álbuns:

Discosadness (2002)
Numbers & Mumbles (2004)
Feroucious Mopes (2005)
Impeccable Blahs (2006)
The Whises and The Glich (2008)
Oohs and Aahs (2009)
Om, Uh oh (2011)

Singles:

Devils (2010)

Fiquem com uma mostrinha do talento de Eric Elbongen:

Northwest Girls:





Uma das faixas que gosto muito,

Toil and Trouble:





Dimensions And Verticals:





Cover de Kiss Off, do Violent Femmes:






quarta-feira, 23 de março de 2011

The Strokes - Angles



Angles

01 - Machu Picchu
02 - Under Cover Of Darkness
03 - Two Kinds Of Happiness
04 - You're So Right
05 - Taken For A Fool
06 - Games
07 - Call Me Back
08 - Gratisfaction
09 - Metabolism
10 - Life Is Simple In The Moonlight

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Discografia Completa

sexta-feira, 18 de março de 2011

Recomendação da Semana - Tame Impala (por Katherine Moreira)




Vou lhes apresentar uma banda que conheci por recomendação, assim como eu estou fazendo com os senhores.


Tame Impala é um grupo australiano novo no mercado musical que toca na mais descolada batida psicodélica, tendo como base um grande leque de influências e, segundo os mesmos, se definem como “uma banda que toca em constante groove, fluindo como a melodia de um sonho”. A batida é forte e contagiante e é fortemente produzida com um clima vintage. Quem conhece o The Kinks, vai perceber alguns pontos em comum entre os dois artistas. A banda ficou conhecida, como muitas outras, pelo MySpace. Sim, na internet existem muitos tesouros ainda não encontrados pelas pessoas certas. Começaram como uma banda normal e aventureira de garagem e, como quando ninguém tem nada a perder, divulgaram as demos para jovens que estava dispostos a ouvir sons ainda virgens aos ouvidos. É um quarteto formado por Kevin Parker (guitarra e vocal), Dominic Simper (guitarra), Nick Albrook (baixo) e Jay Watson (bateria e backing vocal).


No início dos inícios, eles se chamavam Dee Dee Dums e participaram de alguns festivais locais, ganhando segundo e terceiro lugares nas premiações. Em 2006, eles foram os vencedores do campeonato local. Em 2007, foram finalmente renomeados para Tame Impala, trazendo novos integrantes para o grupo e retirando outros. Em 2008, assinaram com a Modular Records, se sucedendo o lançamento do primeiro EP, tendo o nome homônimo ao da banda.

Foram número 1 na Austrália três canções: “Desire be, desire go”, “Half Full Glass of Wine” e “Skeleton Tiger”, que obteve reconhecimento nacional.
No mesmo ano, como toda banda que começa a destacar, foram convidados a abrirem shows de diversas bandas como You Am I, The Black Keys e MGMT , posteriormente participando de vários festivais nacionais, fazendo parte, assim, de uma turnê informal.
A faixa “Sundown Syndrome” foi incluída no filme “Minhas mães e meu pai” (en: The Kids are alright), filme indicado ao Oscar em 2009.

Seu álbum de estréia, “Innerspeaker” foi lançado em 21 de maio de 2010, e pelo grande reconhecimento do álbum, foram eleitos um dos melhores da música atual.
A banda esteve em turnê em 2010 e, como toda banda que se destaca, foram chamados a se apresentar na Europa, mais especificamente num show em Londres, onde estavam vidrados na platéia grandes estrelas como, ninguém mais, ninguém menos que: Noel Gallagher, Tom Meighan, Noel Fielding e Alexa Chung. Foram muito bem recebidos pelo público estelar, tendo assim, shows marcados nos Estados Unidos, e, para grande surpresa, os ingressos se esgotaram em muito pouco tempo.

Receberam quatro nomeações no ARIA Music Awards (principal premiação da indústria de música australiana), que incluem ‘álbum do ano’, ’melhor álbum de rock’, ‘melhor grupo’ e ‘artista revelação’.

O primeiro disco é de extrema fascinação, um convite para uma densa viagem psicodélica através de onze ruidosas faixas entorpecidas. Embora as canções induzam ao transe, o álbum é consistente e cheio de energia; somos guiados para frente pelos seus grooves.

Mesmo não sendo um disco inovador, ele requer um nível de atenção, pois você pode se perder em sua extensão inebriante. Cada música tem sua peculiaridade. Algumas abusam do pop, outras são épicas, mas todas estão imersas em nostalgia e psicodelia. É um trabalho coeso, no qual a banda transmite a sensação de que tudo está sob controle.

A abertura, "It Is Not Meant To Be", é vespertina e calorosa. Fantásticos refrões são distribuídos em diversas músicas, como em "Desire Be Desire Go", na forte "Alter Ego", e no primeiro single, "Solitude is Bliss".

E sim, a voz nas canções se assemelha a voz do John Lennon, você não está ficando maluco ou maluca.


'Solitude is Bliss'



'Lucidity'



'Expectation'



Até a próxima, indiemaniacs.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Khoma - Discografia




Khoma é uma banda de Rock Alternativo/Progressivo, originária da Suecia, mais especificamente de Umeå. Alguns de seus membros também integram o "Cult Of Luna" e o "The Perishers and The Deportees". Fundada e formada por Jan Jämte (Voz), Johannes Persson (Guitarra) e Fredrik Kihlberg (Voz e Piano), seu primeiro EP foi lançado no ano de 2002, seguido pelo álbum debut intitulado de "Tsunami", lançado no ano de 2004.


Site Oficial

Myspace Oficial




In It For Fighting:






A Final Storm:







Discografia:





Tsunami

01 - Stop Making Speeches
02 - Like Coming Home
03 - Just Another Host
04 - One Of Us Must Hang
05 - The Hour
06 - Not In My Name
07 - One Last Moment
08 - Fifth Column (I've Seen Evil)

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The Second Wave

01 - The Guillotine
02 - Stop Making Speeches
03 - If All Else Fails
04 - Medea
05 - Hyenas
06 - Through Walls
07 - Like Coming Home
08 - Asleep
09 - Last Call
10 - 1909-08-04
11 - One Of Us Must Hang

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A Final Storm

01 - Army Of One
02 - From The Hands Of Sinners
03 - Harvest
04 - Osiris
05 - A Final Storm
06 - Inquisition
07 - The Tide
08 - All Like Serpents
09 - In It For Fighting
10 - By The Gallows
11 - Mist

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sexta-feira, 11 de março de 2011

Recomendação da Semana - The Coral (Por Rafaela Gonçalves)




Eles são uma das mais peculiares combinações já avaliadas, reunindo batidas psicodélicas, doses de dub e folk, texturas pop e bastante da inesgotável fonte de influência vinda de Liverpool, dispersando a Mersey Beat com uma notável freqüência em suas faixas. Não precisando de grande esforço para deixar aquele doce sabor de Beatles na boca e dos seus clássicos iê-iê-iês. Tudo que contribuiu para criar essa variada e extravagante sonoridade vinda de uma banda originária da Penísula de Wirral em Merreyside, Inglaterra, e que é composta por colegas de bairro, propagando-se direta e genuinamente como uma explosiva onda após o lançamento de seu primeiro EP, "Shadows Fall". Este garantiu com que o grupo torna-se uma verdadeira sensação no Reino Unido, progredindo na entrada para a cultura mainstream.

Os vocais e as pulsantes guitarras do sexteto ficam compartilhados por James Skelly e Lee Southhall, a bateria é comandada por Ian Skelly, no baixo e no saxofone está Paul Duffy, Bill Ryder-Jones fica na guitarra e no trompete, e Nick Power completa a formação com o órgão. Apresento-lhes, então, os impetuosos rapazes de The Coral. Jovenzinhos de Liverpool obcecados por corais dominaram a Inglaterra na segunda metade de 2002, contagiando-nos instantaneamente com sua sonoridade vasta, sessentista e arranjos vocais delicados e melodias viciantes.



O auto-intitulado álbum de estréia saiu em 2002 e foi eleito pela NME como o 21º melhor álbum da década. E foi muito bem aclamado pela crítica. E com certeza, será um dos mais originais discos vocês irão ouvir, The Coral mostra que definitivamente não é um mero pastiche de Beatles. A capa já nos sugere que uma lúdica e psicodélica viagem está por vir. Realizam uma transição de gêneros de forma impecável e de forma extremamente hábil, condensando faixas que vão do rock ao pop, “Dreaming of You” é borrifada pela apaixonada voz de Skelly e com sua letra poética, os sopros de chifre proporcionados pelo trompete e as pancadas de baixo dão a melodia um ar pulsante. O resultado final não nos causa nada menos do que uma grande comoção e deslumbre. As faixas “Simon Diamond” e “Goodbye” têm uma repercussão semelhante à fase inicial do Pink Floyd. As guitarras sórdidas e os refrões gritados de “Badman” conduzem-nos a uma incessante energia. No estilo hinário, ”Shadows Fall” é o lugar onde finalmente esse conto de aventura começa, e o álbum é encerrado por “Calendars and Clocks” selando com sua estranha sonoridade de ressonâncias marítimas. The Coral - self-titled foi nomeado posteriormente ao Mercury Music Prize e alcançou a quinta posição no UK Albums Chart.



Ao final do album, ficamos apaixonados por essa infinita diversidade musical da banda. Posso dizer que fui arrebatada pelo charmoso sexteto, realmente não há nada igual a essa harmônica e funcional combinação feita por The Coral. Os demais álbuns são igualmente instigantes, não mais do que o álbum de estréia – cujo qual eu desenvolvi especial carinho por sua corajosa e pomposa obra – porém passam longe de causarem reações de arrependimento ou perda de tempo. As acrobacias realizadas por esses malandros da costa oeste da Inglaterra nos divertem até o desfecho, sem nunca nos cansar.

Em suma, “Magic and Medicine” foi realizado no ano seguinte, recebido muito bem pela crítica e atingindo o primeiro lugar no UK Albums Chart. Sólido, balanceado e inspirador, destacam-se os singles “Don't Think You're the First” e "Pass It On”. A terceira realização, “Nightfreak and the Sons of Becker”,, veio como um adendo de “Magic and Medicine”, com uma pegada mais sombria e psicodélica, riffs de guitarra insanos e bem elaborados. Saiu em edição limitada e com toda sua invenção, concluiu o trio de álbuns impecáveis, lançados como uma infecção de criatividade e ousadia. A partir de “The Invisible Invasion” em 2005, o grupo transfere-se para uma abordagem mais simples, dando as canções um foco rítmico sobressaltando na maior parte do tempo no primordial guitarra, baixo e bateria. Provavelmente, teriam continuado nessa direção se não fosse pela morte do guitarrista Bill Ryder-Jones em 2008, um ano após o lançamento de “Roots & Echoes”. O último álbum chegou ao ano passado, “Butterfly House” vem afiado, com uma vibe pop, repleto de riffs e melodias contagiantes. A marca dos anos 60 ainda está presente, mas desvincula-se da associação Pink Floyd feita em discos anteriores. Nada que impeça de classificá-lo como um excelente álbum.



Bom, tudo isso vocês poderão verificar por si próprios. A dica já está aí e qualidade da “inexperiência” dos garotos de The Coral é inegável, portanto, agora é só desfrutar do que esse interessante grupo tem a oferecer. Espero ter contribuído para agradáveis horas de diversão e boa música.



Até uma próxima sexta!




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Discografia



The Coral (29 de Julho de 2002)
Magic and Medicine (28 de Julho de 2003)
Nightfreak and the Sons of Becker (26 de janeiro de 2004)
The Invisible Invasion (23 de maio de 2005)
Roots & Echoes (6 de agosto de 2007)
Butterfly House (12 de julho 2010)


"Dreaming of You"





"Shadows Fall"





"Goodbye"





"1000 Years"








quarta-feira, 9 de março de 2011

Elefant - Discografia




Elefant foi uma banda de Indie Rock/Rock Alternativo formada em Nova Iorque, Estados Unidos. Liderada por Diego Garcia (Voz e Teclado), acompanhado também por Kevin McAdams (Bateria), Mod (Guitarra Solo e Guitarra Ritimica) e Jeff Berrall (Baixo, Triangulo e Orgão).

Quer saber mais sobre a banda? Confira o Post "Recomendação da Semana", sobre a banda:

Post Recomendação da Semana


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Sunlight Makes Me Paranoid

01 - Make Up
02 - Now That I Miss Her
03 - Misfit
04 - Bokkie
05 - Tonite Lets Dance
06 - Static On Channel 4
07 - Sunlight Makes Me Paranoid
08 - Annie
09 - Love
10 - Ester

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The Black Magic Show

01 - Black Magic Show (Introduction
02 - Sirens
03 - Lolita
04 - The Clown
05 - Uh Oh Hello
06 - Why?
07 - Brasil
08 - My Apology
09 - The Lunatic
10 - It's A Shame
11 - Don't Wait

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segunda-feira, 7 de março de 2011

Lemuria - Discografia




Lemuria é uma banda de Indie Rock/Indie Pop originaria de Buffalo, Nova Iorque, formada em 2004. O primeiro contato entre os integrantes do Lemuria, foi no verão de 2004, entre Alex Kerns (Bateria e Voz), Sheena Ozzella (Guitarra e Voz) e Adam Vernick (Baixo). Assim o trio começa a escrever canções e lança uma demo contendo 5 músicas, gravada no estúdio Watchmen Recording Studios.


Após um longo período de shows, lançam a demo intitulada de "Lemuria Demo", após o lançamento da demo, Adam deixa o grupo, e em Março de 2005, Jason Draper ingressa ao Lemuria.
Em 27 de Outubro de 2009, a banda lança seu single "Ozzy", e da continuidade a sua turnê, passando pelo Canadá e Estados Unidos. Em 19 de Abril de 2010, a banda assina com o selo "Brigde 9 Record", e em 2011 lança o album mais recente, "Peble".


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Mechanical (Live at The Grist Mill):






Lipstick (Live at The Grist Mill):










The First Collection

01 - Hours
02 - Lick Your Lips
03 - Bugbear
04 - Rough Draft
05 - Keep Quiet
06 - Bristles And Whiskers
07 - Sophmore
08 - In A World Of Ghosts...
09 - Who Would Understand A Turtle
10 - Bee Spit
11 - The Origamists Too
12 - It's Not A Lie, It's A Secret
13 - Bookworm
14 - The Origamists
15 - Home For The Holidays
16 - Piranha
17 - Trivial Greek Mythology
18 - The Origamists II

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Get Better

01 - Pants
02 - Yesterday's Lunch
03 - Lipstick
04 - Buzz
05 - Wardrobe
06 - Length Away
07 - Dog
08 - Dogs
09 - Get Some Sleep
10 - Hawaiian T-Shirt
11 - Fingers
12 - Mechanical

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Pebble

01 - Gravity
02 - Wise People
03 - Pleaser
04 - Yellowstone Lady
05 - Irregular
06 - Ribcage
07 - Different Girls
08 - Bloomer
09 - Durian
10 - Chautauqua County
11 - The One

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sexta-feira, 4 de março de 2011

Recomendação da Semana - The Pigeon Detectives (por Katherine Moreira)

Well, well, well, oh, meus amigos!
Saudações independentes para os senhores.

É um grande prazer fazer parte do time de colaboradores do Indie N Roll. Serei uma das pessoas que recomendarão bandas do cenário independente e alternativo, que está sempre parindo mais alguns para nossos ilustres ouvidos.
Como puderam ver no título, meu nome é Katherine e, bem, farei o possível para indicar coisas que vocês tenham orgulho de ouvir por aí e apresentar-lhes sons que não são tão populares por aqui e, por esse motivo, precisamos de mediadores para conhecê-los, como o time do blog.
Sexta sim, sexta não, vou dar o ar da minha graça por aqui ,recomendando algo que descobrimos por aí, quando estamos garimpando.
"I hope you enjoy your stay."


The Pigeon Detectives



Nessa humilde sexta, lhes apresento o The Pigeon Detectives ou Pombos Detetives, como preferirem.
The Pigeon > vocês, vocês > The Pigeon.
Agora que tiveram o primeiro "contato", vamos contar um pouco da história dos caras para que vocês encontrem um ponto em comum.
O "The Pigeon Detectives" é uma banda nativa da Inglaterra, mais precisamente de Rothwell, oeste de Yorkshire, que foi formada oficialmente em 2002.


Se apresentaram no Reading e Leeds Festivals (festivais que acontecem anualmente na Inglaterra), em 2006, ainda como uma banda sem grande conhecimento do público, nos palcos secundários, aqueles feitos para bandas que estão se iniciando no meio artístico e ainda são considerados apenas como banda de garagem, mas com apoios de pessoas do meio musical, como os DJs Steve Lamacq e Jo Whiley, conseguiram uma maior impressão em meio a mídia.
Numa matéria da revista NME (revista britânica de música mais vendida no Reino Unido publicada semanalmente), um colunista disse que a banda com aquela tão impressiva apresentação, era a que tinha maiores chances de pular para o palco principal no ano seguinte. E assim se cumpriu. Se apresentaram no palco da NME em 2007 como banda revelação e voltou aos festivais. O show foi televisionado e exibido pela BBC dias depois.
Em 2008, fizeram seu maior show no Oxegen, que foi transmitido pela MTV.

Como uma mamãe que prova a comida do filho antes de oferecer, eu ouvi a discografia do The Pigeon esses dias e, posso dizer a vocês que a impressão foi gratificante.

A banda possui dois álbuns oficiais:

Wait for me, 2007 e
Emergency, 2008

E o nome do terceiro álbum foi divulgado dia 1° de fevereiro deste ano e, segundo eles, irá se chamar "Up, Guards And At' Em!".

Para vocês que já estão acostumados com aquela sonoridade mais jovem do indie rock, essa é a imagem que a música deles transmite.
Ao ouvir a discografia, diversas vezes consegui me lembrar de artistas como The Kooks, The Rascals, The Fratellis e até um pedacinho de Arctic Monkeys.
Como no início de qualquer banda, o som ainda não está consolidado o bastante para que possamos imaginar o destino e onde a música deles vai parar.
Quase nenhuma música possui melancolia e poderia ser classificada como uma banda meio que... feliz. Mas não confundam com "happy rock", por Deus!

O álbum Wait For Me, tem como destaques as faixas "Romantic Type", "I Found Out" e "Take Her Back", todas com uma vibe pop e alternativa.
O álbum Emergency, teve o single "This is an Emergency" marcado como número 5 das top songs do Reino Unido na época.

O Up, Guards And At' Em! será lançado dia 4 de abril e está sendo gravado em segredo, justamente porque seu primeiro álbum foi vazado pela internet, acabando assim com a expectativa do lançamento.

Eles tem um cover bastante divertido de "Girlfriend" da Avril Lavigne, que, na minha opinião, deu um ar muito mais devido à canção.

O nome da banda "The Pigeon Detectives" tem várias versões de justificativas. Alguns dizem que foi um australiano que olhou para eles no festival e soltou a expressão, outros dizem que foi o promotor de eventos do Leeds Festival, outros que foi uma declaração deles no "Later with Jools Holland", todos classificados como rumores.

Vou ficando por aqui e vou deixar os videoclipes dos champs para que vocês deem uma observada e tirem suas próprias conclusões sobre.

I found out



Romantic Type



Everybody wants me


Girlfriend (Avril Lavigne cover)


Mais informações sobre:
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Ótimo fim de semana, nos vemos em breve.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Rooney - Discografia




Rooney é uma banda americana de Indie Rock, originária de Los Angeles, Califórnia, formada em 1999.

Composta por Robert Schwartzman (Voz e Guitarra), Taylor Locke (Guitarra e Voz), Ned Brower (Bateria e Voz) e Louie Stephens (Teclado e Voz).

Suas musicas são frequentemente comparadas a Invasão Britânica e Pop dos anos 80, sendo assim comparados com The Beatles, The Cars, Jellyfish e Blur. Particularmente, achei eles muito próximos do primeiro álbum do Weezer, "Blue Album" ao "Green Album".


Já excurssionaram com bandas como Weezer, The Strokes, The All-American Rejects e The Academy Is...

Sua primeira gravação, um Disco Demo, continha 3 músicas, sendo elas: Blueside, Someone's Watching e Turn Away.
Conseguiram sua primeira apresentação de grande público na abertura de um show do Phantom Planet, banda liderada por Jason Schwartzman, irmão do vocalista Robert Schwartzman, este que usa o sobrenome "Carmine" como homenagem ao avô, Carmine Coppola. O show e a banda aconteceu sem que nem mesmo houvessem decidido um nome para a banda. Mais tarde, Robert optou por Rooney, nome de um personagem diretor de escola no filme Ferris Bueller's Day Off.

Assinaram contrato com a Geffen Records em meados de 2002. Em 20 de Maio de 2003, o CD oficial foi lançado.

O álbum homônimo vendia muito mal, até a música "Merry Xmas Everybody" ser tocada em um episódio de The O.C.
Em 16 de novembro de 2004, a banda lançou seu primeiro DVD, Spit & Sweat.

Em 2005, a música The Sleep Song tocou no filme cult The Chumscrubber e foi então bastante procurada por fãs do filme. O novo álbum só foi liberado para lojas 17 de julho de 2007. Em 2007, a música I'm A Terrible Person foi tocada na propaganda do perfume CH de Carolina Herrera.


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Rooney

01 - Blueside
02 - Stay Away
03 - If It Were Up To Me
04 - Terrible Person
05 - Popstars
06 - I'm Shakin'
07 - Daisy Duke
08 - Sorry Sorry
09 - Kristen
10 - Simply Because
11 - Losing Control

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Calling The World

01 - Calling The World
02 - When Did Your Heart Go Missing
03 - I Should Have Been After You
04 - Tell Me Soon
05 - Don't Come Around Again
06 - Are They Afraid
07 - Love Me Or Leave Me
08 - Paralyzed
09 - What For
10 - All In Your Head
11 - Believe In Me
12 - Help Me Find My Way

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Wild One EP

01 - Suckceed
02 - I Don't Understand
03 - Wild One
04 - The Days Keep Going By

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Eureka

01 - Holdin' On
02 - I Can't Get Enough
03 - Only Friend
04 - Into The Blue
05 - All Or Nothing
06 - The Hunch
07 - I Don't Wanna Lose You
08 - Stars And Stripes
09 - Go On
10 - You're What I'm Looking For
11 - Not In My House
12 - Don't Look At Me
13 - Pity
14 - I Don't Wanna Lose You (Acoustic Version)
15 - Can't Put Your Heart Around Every
16 - Go On (Acoustic Version)

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domingo, 27 de fevereiro de 2011

The Futureheads - Discografia




The Futureheads é uma banda banda de Rock Alternativo britânica surgida em Sunderland, Inglaterra. Entre as suas influências estão Kate Bush, Fugazi, Devo, Queen e The Jam. O nome foi tomado do título de um álbum do The Flaming Lips chamado "Hit to Death in the Future Head".

Quer conhecer melhor a banda?

Confira o post "Recomendação da Semana"

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The Futureheads

01 - Le Garage
02 - Robot
03 - A To B
04 - Decent Days And Nights
05 - Meantime
06 - Alms
07 - Danger Of The Water
08 - Carnival Kids
09 - The City Is Here For You To Use
10 - First Day
11 - He Knows
12 - Stupid And Shallow
13 - Trying Not To Think About Time
14 - Hounds Of Love
15 - Man Ray
16 - Decent Days And Nights (Radio Mix)
17 - Hounds Of Love (Radio Mix)

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News And Tributes

01 - Yesno
02 - Cope
03 - Fallout
04 - Skip To The End
05 - Burnt
06 - News And Tributes
07 - The Return Of The Beserker
08 - Back To The Sea
09 - Worry About It Later
10 - Favours For Favours
11 - Thursday
12 - Face

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This Is Not The World

01 - The Beginning Of The Twist
02 - Walking Backwards
03 - Think Tonight
04 - Radio Heart
05 - This Is Not The World
06 - Sale Of The Century
07 - Hard To Bear
08 - Work Is Never Done
09 - Broke Up The Time
10 - Everything's Changing Today
11 - Sleet
12 - See What You Want To See

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The Chaos (Deluxe Edition)

01 - The Chaos
02 - Struck Dumb
03 - Heartbeat Song
04 - Stop The Noise
05 - The Connector
06 - I Can Do That
07 - Sun Goes Down
08 - This Is The Life
09 - The Baron
10 - Dart At The Map
11 - Jupiter
12 - Bricks & Stones (Bonus Track)
13 - Local Man Of The World (Bonus Track)

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Rant

01 - Meantime

02 - Meet Me Halfway
03 - Robot
04 - Beeswing
05 - Thursday
06 - Sumer Is Icumen In
07 - The Keeper
08 - The No.1 Song In Heaven
09 - The Old Dun Cow
10 - Acapella
11 - Man Ray


sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Recomendação da Semana - The Futureheads (por Rafaela Gonçalves)




Extraindo o melhor do post punk, new wave e do pop como inspiração,The Futureheads, oriundos de Sunderland, pequena cidade no nordeste da Inglaterra, estavam cercados das melhores personalidades do movimento britânico de música alternativa, sendo assim vizinhos musicalmente de célebres grupos como Franz Ferdinand e Bloc Party, o que definitivamente pesava na disputa pela influência de território.

A banda começou como um trio com Barry Hyde (vocal/guitarra), Jaff (baixo) e Pete Brewis (bateria). Hyde e Brewis foram tutores em uma organização denominada Sunderland’s City Detached Youth Project, que tinha como objetivo tirar crianças da rua e introduzi-las no âmbito musical. A banda também utilizava o edifício como espaço para praticar, junto com grupos de outras áreas. O restante da formação de The Futureheads foi também proveniente dessa organização: Ross Miller, vocalista e guitarrista, e o irmãozinho mais novo de Barry, Dave, que eventualmente assumiu o dever dos tambores de Brewis.


A banda lançou seu primeiro single no final de 2002, e seguiu-o com mais dois singles em 2003, Decent Days and Nights e First Day, ambos dois quais foram distribuídos pelo rótulo da Fantastic Plastic .

Durante todo o ano de 2004, a 679 Records trabalhou incessantemente para lançar o álbum auto-intitulado da banda. Com o feito, The Futureheads foi lançado nos Estados Unidos, coincidindo com a turnê americana do Franz Ferdinand, o que deu-lhes a oportunidade de abrir os shows da mesma. O grupo passou a maior parte de 2005 em turnê, incluindo a abertura de concertos para bandas como Foo Fighters, Oasis e Pixies. O segundo disco da banda, ”News and Tributes”, chegou ao Verão de 2006 contando com um som mais brilhante e composições mais complexas. A terceira tentativa da banda veio explorando suas raízes e revivendo as guitarras angulares, ”This Is Not The World” foi lançado sobre a sua própria marca, Nul Records, em 2008 e não teve a melhor das recepções pela crítica. Dois anos depois, “The Chaos” inaugurou uma nova abordagem da banda, imergindo no alvo da política, tratando governantes corruptos e banqueiros de excessiva usura com demasiada acidez e sagacidade.

Bom, o primeiro álbum da banda na minha opinião é impecável. Traz consigo uma energia vibrante, perspicaz e de um agudo espírito que nos penetra vigorosamente com seus ritmos dançantes e vocais harmônios. Uma agradável combinação pós-punk-pop, digna de caracterizá-los como herdeiros diretos do Gang of Four, cujo guitarrista Andy Gill ajudou a produzir o álbum. Com uma forte dinâmica, o auto- intitulado álbum gira durante toda sua execução em uma fórmula enérgica e constante que não deixa cair no desgastado post punk. Faixas como o cover de Kate Bush, “Hounds Of Love”, contém em si um fôlego apaixonante, ”Danger of The Water” com seu ritmo mais lento e arranjos refinados ou as entusiasmadas ”Meantime” e ”Trying Not to Think About the Time” propagando seus ritmos frenéticos e transloucados em todas as direções.

É simplesmente sensacional, The Futureheads, em sua estréia, não falha ao alcançar seu fado de nos entreter com suas divertidas canções. Indico ouvir, imediatamente, a “First Time”, por mim considerada uma das melhores do álbum por ser curta e eficiente, e também a dançante ”Meantime”, que flui maravilhosamente com suas guitarras mais discretas e vocais perfeitamente encaixados, além de sua explosiva intro que já nos agita em seus primeiros segundos, lembra muito a conhecida “Take Me Out”, do influente Franz Ferdinand. Enfim, este e os demais álbuns da banda são altamente recomendáveis. Espero que já tenha sido o suficiente para perceberem que é uma grande tolice não se juntarem a incessante energia dos rapazes de The Futureheads. Deixo o dever de explorarem mais a banda com vocês, não haverá arrependimentos quanto a isso, posso garanti-los!


Discografia:



The Futureheads (2004)
News And Tributes (2006)
This Is Not The World (2008)
The Chaos (2010)

The Futureheads - Discografia




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Fiquem aí com uma brechinha da explosão musical de Heartbeat Song:


“Heartbeat Song”:






“I Can Do That”:






“Hounds Of Love”: