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Ultima Discografia Atualizada: The Futureheads, The Vines, Pixies e The Killers.

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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Wild Nothing - Discografia


Wild Nothing é uma banda de Indie Rock/Dream Pop originalmente criada em Blacksburg, Virginia, nos Estados Unidos. Formada no fina lde 2009 por Jack Tatum. O projeto originário de Jack, consiste em fortes influências de The Cure e dos anos 80, sendo The Cure, citada como uma de suas bandas favoritas de todos os tempos e até mesmo fazendo turnê com a mesma.  Suas músicas tem uma atmosfera fortemente impressionante, te prendendo dentro da mesma. Percebe-se muita influência de Robert Smith e sua trupe em várias canções, porém em "The Blue Dress" é descarada a influência. "Disapear Always" é outra que lembra canções dos primeiros álbuns do Cure. "Nocturne", uma de minhas canções favoritas, é destaque do segundo álbum, que leva o nome da mesma canção. "Paradise" tem uma atmosfera muito forte, sintetizadores e a linha de contrabaixo tentam te prender, enquanto o Riff de guitarra de Tatum vem e completa o trabalho, e te prende totalmente na canção, uma das mais interessantes do álbum Nocturne.  Poderia ficar facilmente descrevendo as canções do segundo álbum, "Nocturne", que na minha opinião é uma Obra Prima do Indie Rock Contemporâneo, lembrando também que o primeiro álbum, "Gemini" também é excelente.

Em apresentações ao vivo, Jack Tatum se junta a outros músicos de apoio, atualmente são os seguintes que compõem a banda:

Jack Tatum - Voz e Guitarras Nathan Goodman - Guitarras Jeff Haley - Baixo Kevin Knight - Teclados e Sintetizadores Jeremiah Johnson - Bateria




Links Úteis






Paradise



The Blue Dress



Only Heather



Discografia




Gemini

01 - Live In Dreams
02 - Summer Holiday
03 - Drifter
04 - Pessimist
05 - O, Lilac
06 - Bored Games
07 - Confirmation
08 - My Angel Lonely
09 - The Witching Hour
10 - Chinatown
11 - Our Composition Book
12 - Gemini





Nocturne

01 - Shadow
02 - Midnight Song
03 - Nocturne
04 - Through the Grass
05 - Only Heather
06 - This Chain Won't Break
07 - Disappear Always
08 - Paradise
09 - Counting Days
10 - The Blue Dress
11 - Rheya





Golden Haze EP

01 - Golden Haze
02 - Quiet Hours
03 - Take Me In
04 - Your Rabbit Feet
05 - Asleep
06 - Vultures Like Lovers





Empty Estate

01 - The Body in Rainfall
02 - Ocean Repeating (Big-eyed Girl)
03 - On Guyot
04 - Ride
05 - Data World
06 - A Dancing Shell
07 - Hachiko

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

The Horrors - Discografia


The Horrors é uma banda de origem britânica, formada no ano de 2005, em Southend, Inglaterra.
Seu álbum de estreia foi "Strange House", lançado em 2007, chegou a 37ª colocação de vendas no Reino Unido, seguido então do seu segundo álbum, "Primary Colours", lançado no ano 2009, este então atingiu a 25ª colocação de vendas. 
Em julho de 2011 lançaram então seu terceiro álbum, intitulado de "Skying", que foi o álbum que mais vendeu até então, atingindo a 5ª colocação no Top Britânico. Atualmente seu álbum mais recente é "Luminous", lançado no final de 2014.

Ouvindo The Horrors, percebe-se claramente fortes influências dos pós-punk dos anos 80 e do gótico, porém com uma pegada musical mais contemporânea. A voz de Faris, soa muito a Ian Curtis, Joy Division. As guitarras de Joshua, lembram muito as combinações de guitarras do My Bloody Valentine. Rhys coloca um baixo linear em várias canções, lembrando muito as linhas de baixo de Peter Hook, Joy Division, ou até mesmo de Simon Gallup, The Cure. A bateria de Joe, também é bem linear, as vezes dando uma quebra, lembrando muito o Stephen Morris, Joy Division. E a atmosfera criada pelos Teclados/Sintetizadores de Tom, Lembram muito The Cure, New Order e até mesmo o Joy Division.

Em resumo, se você é fã do pós-punk dos anos 80, Joy Division, The Cure, New Order, Revival Post-Punk e boa música, não pode deixar de conferir essa banda incrível! Uma das minhas favoritas.

Alias, esse post foi escrito ouvindo o álbum "Primary Colours", o meu favorito.

Abaixo vou deixar amostras do trabalho do The Horrors, vale MUITO a pena conferir!


Membros

Faris Badwan - Voz Principal
Tom Cowan - Sintetizadores, Teclado e Baixo na música "Strange House"
Joshua Hayward - Guitarras e Piano
Joe Spurgeon - Bateria e Percussão, Backing Voz
Rhys Webb - Baixo, Orgão e Backing Voz



Link Úteis:





Mirror's Image


Sea Within a Sea

       


Do You Remember




Discografia




Strange House

01 - Jack the Ripper
02 - Count in Fives
03 - Draw Japan
04 - Gloves
05 - Horror's Theme
06 - Little Victories
07 - She Is the New Thing
08 - Sheena Is a Parasite
09 - Thunderclaps
10 - Gil Sleeping
11 - Train Roars





Primary Colours

01 - Mirror's Image
02 - Three Decades
03 - Who Can Say
04 - Do You Remember
05 - New Ice Age
06 - Scarlet Fields
07 - I Only Think Of You
08 - I Can't Control Myself
09 - Primary Colours
10 - Sea Within A Sea





Skying

01 - Changing The Rain
02 - You Said
03 - I Can See Through You
04 - Endless Blue
05 - Dive In
06 - Still Life
07 - Wild Eyed
08 - Moving Further Away
09 - Monica Gems
10 - Oceans Burning





Luminous

01 - Chasing Shadows
02 - First Day of Spring
03 - So Now You Know
04 - In and Out of Sight
05 - Jealous Sun
06 - Falling Star
07 - I See You
08 - Change Your Mind
09 - Mine and Yours
10 - Sleepwalk

domingo, 27 de fevereiro de 2011

The Futureheads - Discografia




The Futureheads é uma banda banda de Rock Alternativo britânica surgida em Sunderland, Inglaterra. Entre as suas influências estão Kate Bush, Fugazi, Devo, Queen e The Jam. O nome foi tomado do título de um álbum do The Flaming Lips chamado "Hit to Death in the Future Head".

Quer conhecer melhor a banda?

Confira o post "Recomendação da Semana"

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The Futureheads

01 - Le Garage
02 - Robot
03 - A To B
04 - Decent Days And Nights
05 - Meantime
06 - Alms
07 - Danger Of The Water
08 - Carnival Kids
09 - The City Is Here For You To Use
10 - First Day
11 - He Knows
12 - Stupid And Shallow
13 - Trying Not To Think About Time
14 - Hounds Of Love
15 - Man Ray
16 - Decent Days And Nights (Radio Mix)
17 - Hounds Of Love (Radio Mix)

Download - Mega




News And Tributes

01 - Yesno
02 - Cope
03 - Fallout
04 - Skip To The End
05 - Burnt
06 - News And Tributes
07 - The Return Of The Beserker
08 - Back To The Sea
09 - Worry About It Later
10 - Favours For Favours
11 - Thursday
12 - Face

Download - Mega




This Is Not The World

01 - The Beginning Of The Twist
02 - Walking Backwards
03 - Think Tonight
04 - Radio Heart
05 - This Is Not The World
06 - Sale Of The Century
07 - Hard To Bear
08 - Work Is Never Done
09 - Broke Up The Time
10 - Everything's Changing Today
11 - Sleet
12 - See What You Want To See

Download - Mega




The Chaos (Deluxe Edition)

01 - The Chaos
02 - Struck Dumb
03 - Heartbeat Song
04 - Stop The Noise
05 - The Connector
06 - I Can Do That
07 - Sun Goes Down
08 - This Is The Life
09 - The Baron
10 - Dart At The Map
11 - Jupiter
12 - Bricks & Stones (Bonus Track)
13 - Local Man Of The World (Bonus Track)

Download - Mega





Rant

01 - Meantime

02 - Meet Me Halfway
03 - Robot
04 - Beeswing
05 - Thursday
06 - Sumer Is Icumen In
07 - The Keeper
08 - The No.1 Song In Heaven
09 - The Old Dun Cow
10 - Acapella
11 - Man Ray


sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Recomendação da Semana - The Futureheads (por Rafaela Gonçalves)




Extraindo o melhor do post punk, new wave e do pop como inspiração,The Futureheads, oriundos de Sunderland, pequena cidade no nordeste da Inglaterra, estavam cercados das melhores personalidades do movimento britânico de música alternativa, sendo assim vizinhos musicalmente de célebres grupos como Franz Ferdinand e Bloc Party, o que definitivamente pesava na disputa pela influência de território.

A banda começou como um trio com Barry Hyde (vocal/guitarra), Jaff (baixo) e Pete Brewis (bateria). Hyde e Brewis foram tutores em uma organização denominada Sunderland’s City Detached Youth Project, que tinha como objetivo tirar crianças da rua e introduzi-las no âmbito musical. A banda também utilizava o edifício como espaço para praticar, junto com grupos de outras áreas. O restante da formação de The Futureheads foi também proveniente dessa organização: Ross Miller, vocalista e guitarrista, e o irmãozinho mais novo de Barry, Dave, que eventualmente assumiu o dever dos tambores de Brewis.


A banda lançou seu primeiro single no final de 2002, e seguiu-o com mais dois singles em 2003, Decent Days and Nights e First Day, ambos dois quais foram distribuídos pelo rótulo da Fantastic Plastic .

Durante todo o ano de 2004, a 679 Records trabalhou incessantemente para lançar o álbum auto-intitulado da banda. Com o feito, The Futureheads foi lançado nos Estados Unidos, coincidindo com a turnê americana do Franz Ferdinand, o que deu-lhes a oportunidade de abrir os shows da mesma. O grupo passou a maior parte de 2005 em turnê, incluindo a abertura de concertos para bandas como Foo Fighters, Oasis e Pixies. O segundo disco da banda, ”News and Tributes”, chegou ao Verão de 2006 contando com um som mais brilhante e composições mais complexas. A terceira tentativa da banda veio explorando suas raízes e revivendo as guitarras angulares, ”This Is Not The World” foi lançado sobre a sua própria marca, Nul Records, em 2008 e não teve a melhor das recepções pela crítica. Dois anos depois, “The Chaos” inaugurou uma nova abordagem da banda, imergindo no alvo da política, tratando governantes corruptos e banqueiros de excessiva usura com demasiada acidez e sagacidade.

Bom, o primeiro álbum da banda na minha opinião é impecável. Traz consigo uma energia vibrante, perspicaz e de um agudo espírito que nos penetra vigorosamente com seus ritmos dançantes e vocais harmônios. Uma agradável combinação pós-punk-pop, digna de caracterizá-los como herdeiros diretos do Gang of Four, cujo guitarrista Andy Gill ajudou a produzir o álbum. Com uma forte dinâmica, o auto- intitulado álbum gira durante toda sua execução em uma fórmula enérgica e constante que não deixa cair no desgastado post punk. Faixas como o cover de Kate Bush, “Hounds Of Love”, contém em si um fôlego apaixonante, ”Danger of The Water” com seu ritmo mais lento e arranjos refinados ou as entusiasmadas ”Meantime” e ”Trying Not to Think About the Time” propagando seus ritmos frenéticos e transloucados em todas as direções.

É simplesmente sensacional, The Futureheads, em sua estréia, não falha ao alcançar seu fado de nos entreter com suas divertidas canções. Indico ouvir, imediatamente, a “First Time”, por mim considerada uma das melhores do álbum por ser curta e eficiente, e também a dançante ”Meantime”, que flui maravilhosamente com suas guitarras mais discretas e vocais perfeitamente encaixados, além de sua explosiva intro que já nos agita em seus primeiros segundos, lembra muito a conhecida “Take Me Out”, do influente Franz Ferdinand. Enfim, este e os demais álbuns da banda são altamente recomendáveis. Espero que já tenha sido o suficiente para perceberem que é uma grande tolice não se juntarem a incessante energia dos rapazes de The Futureheads. Deixo o dever de explorarem mais a banda com vocês, não haverá arrependimentos quanto a isso, posso garanti-los!


Discografia:



The Futureheads (2004)
News And Tributes (2006)
This Is Not The World (2008)
The Chaos (2010)

The Futureheads - Discografia




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Fiquem aí com uma brechinha da explosão musical de Heartbeat Song:


“Heartbeat Song”:






“I Can Do That”:






“Hounds Of Love”:





sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Recomendação da Semana - Elefant (Por Rafaela Gonçalves)



Holla!

A partir dessa sexta, serei a mais nova integrante do Indie N Roll e estarei escrevendo minhas opiniões entediantes para o blog, mesmo que estas não deixem de ser genuínas, já que são originadas de uma verdadeira apaixonada por música.

Pois então, a maioria das ilustres sextas, aqui eu estarei para recomendá-los novas bandas do cenário indie e alternativo. Espero que curtam minhas dicas e que elas sejam úteis para inovar aquele repetitivo e maçante repertório. Afinal, o que seria de nós sem a constante evolução do velho bom rock ‘n’ roll? Com exceção de alguns deslizes, claro...

Elefant




Vamos começar então com a banda nova-iorquina “Elefant”, formada pelo muy hermoso Diego García, filho de pais argentinos, porém, nascido em Detroit no final dos anos 70. Imergiu-se nas melodias de Iggy Pop e MC5 desde cedo, e carregou a música em si durante todo o período que se manteve na Argentina. O que com o tardar do tempo, o levou a abandonar uma pretensiosa carreira no ramo da Economia e a submergir, por fim, no mundo da música. Garcia, após um ano tocando com uma banda chamada Circus em Nova Iorque, consegue reunir o baixista Jeff Berall, o guitarrista Mod e o baterista Kevin McAdams para o eclético projeto chamado “Elefant”. Atraindo rapidamente a atenção da Kemado Records, assídua gravadora no universo indie, esta foi impelida a assinar com a banda logo após escutar seus primeiros demos. O EP Gallery Girl inaugurou o grupo em Fevereiro de 2003, e o exuberante álbum de estréia, "Sunlight Makes Me Paranoid", foi lançado dois meses depois. A segunda obra do quarteto, veio em Abril de 2006, "The Black Magic Show", demonstrando mais confiança e solidez. Algumas de suas músicas tiveram destaque em outros veículos de mídia. “Uh Oh Hello” teve participação no jogo FIFA 07, “Why” embalou a season finale da série “Scrubs” e para finalizar, “Ester” foi usada na atmosfera musical em um dos episódios da segunda temporada de “The O.C.”.


Prole de Nova Iorque, a banda possui uma pegada Indie/Alternativa com fortes influências do Post-Punk, despertando um revisionismo dos anos 80 (lembrando a essência de bandas como The Cure, Joy Division, Duran Duran) misturada a um leve toque do som de garagem de Iggy Pop, créditos dados à íntegra participação do músico na infância de Garcia. Qualquer semelhança de Garcia com Morrissey não chega a ser mera coincidência – apresentando-nos um vocal levemente lamuriento, com que notamos com facilidade em faixas como "Tonight Let’s Dance", "Annie" e a homônima "Sunlight Makes Me Paranoid". Considero ambos os álbuns incríveis. Conduzem-nos a uma saborosa viagem a uma versão mais modernizada do glamour os anos 80. Não pecando na repetição de fórmulas, inebriando-nos com faixas de elementos inéditos, acompanhadas de um vocal brioso e distante desempenhado por Garcia com magnificência. O grande lance da banda Elefant é sua espantosa química eclética, que pra mim, funcionou perfeitamente. É uma grande pena que a banda se encontre dissolvida no atual momento. Pra quem que curtiu bastante, só acompanhar o grupo através de seu MySpace e um fan site oficial e rezar bastante para que uma reunião da banda não tarde a se realizar. O vocalista, Diego Garcia, encontra-se em carreira solo, contudo seu trabalho diverge da proposta exposta pela banda. Até onde sei é algo relacionado a releituras modernas do tango. Mas isso já é outra história...

Discografia da banda:



Gallery Girl (EP) (2003)
Sunlight Makes Me Paranoid (LP) (2003)
Misfit (Single) (2004)
The Black Magic Show (LP) (2006)

Elefant - Discografia


Fiquem então com três faixas de grande sucesso da banda, mas acredite... É só o começo. Recomendo baixar toda a discografia!

Bokkie:






Tonight Let’s Dance:






It’s A Shame:






E até uma próxima sexta!