Wild Nothing é uma banda de Indie Rock/Dream Pop originalmente criada em Blacksburg, Virginia, nos Estados Unidos. Formada no fina lde 2009 por Jack Tatum. O projeto originário de Jack, consiste em fortes influências de The Cure e dos anos 80, sendo The Cure, citada como uma de suas bandas favoritas de todos os tempos e até mesmo fazendo turnê com a mesma.
Suas músicas tem uma atmosfera fortemente impressionante, te prendendo dentro da mesma. Percebe-se muita influência de Robert Smith e sua trupe em várias canções, porém em "The Blue Dress" é descarada a influência. "Disapear Always" é outra que lembra canções dos primeiros álbuns do Cure. "Nocturne", uma de minhas canções favoritas, é destaque do segundo álbum, que leva o nome da mesma canção. "Paradise" tem uma atmosfera muito forte, sintetizadores e a linha de contrabaixo tentam te prender, enquanto o Riff de guitarra de Tatum vem e completa o trabalho, e te prende totalmente na canção, uma das mais interessantes do álbum Nocturne.
Poderia ficar facilmente descrevendo as canções do segundo álbum, "Nocturne", que na minha opinião é uma Obra Prima do Indie Rock Contemporâneo, lembrando também que o primeiro álbum, "Gemini" também é excelente.
Em apresentações ao vivo, Jack Tatum se junta a outros músicos de apoio, atualmente são os seguintes que compõem a banda:
Jack Tatum - Voz e Guitarras
Nathan Goodman - GuitarrasJeff Haley - BaixoKevin Knight - Teclados e SintetizadoresJeremiah Johnson - Bateria
The Horrors é uma banda de origem britânica, formada no ano de 2005, em Southend, Inglaterra.
Seu álbum de estreia foi "Strange House", lançado em 2007, chegou a 37ª colocação de vendas no Reino Unido, seguido então do seu segundo álbum, "Primary Colours", lançado no ano 2009, este então atingiu a 25ª colocação de vendas.
Em julho de 2011 lançaram então seu terceiro álbum, intitulado de "Skying", que foi o álbum que mais vendeu até então, atingindo a 5ª colocação no Top Britânico. Atualmente seu álbum mais recente é "Luminous", lançado no final de 2014.
Ouvindo The Horrors, percebe-se claramente fortes influências dos pós-punk dos anos 80 e do gótico, porém com uma pegada musical mais contemporânea. A voz de Faris, soa muito a Ian Curtis, Joy Division. As guitarras de Joshua, lembram muito as combinações de guitarras do My Bloody Valentine. Rhys coloca um baixo linear em várias canções, lembrando muito as linhas de baixo de Peter Hook, Joy Division, ou até mesmo de Simon Gallup, The Cure. A bateria de Joe, também é bem linear, as vezes dando uma quebra, lembrando muito o Stephen Morris, Joy Division. E a atmosfera criada pelos Teclados/Sintetizadores de Tom, Lembram muito The Cure, New Order e até mesmo o Joy Division.
Em resumo, se você é fã do pós-punk dos anos 80, Joy Division, The Cure, New Order, Revival Post-Punk e boa música, não pode deixar de conferir essa banda incrível! Uma das minhas favoritas.
Alias, esse post foi escrito ouvindo o álbum "Primary Colours", o meu favorito.
Abaixo vou deixar amostras do trabalho do The Horrors, vale MUITO a pena conferir!
Membros
Faris Badwan - Voz Principal
Tom Cowan - Sintetizadores, Teclado e Baixo na música "Strange House"
Joshua Hayward- Guitarras e Piano Joe Spurgeon - Bateria e Percussão, Backing Voz
The Futureheads é uma banda banda de Rock Alternativo britânica surgida em Sunderland, Inglaterra. Entre as suas influências estão Kate Bush, Fugazi, Devo, Queen e The Jam. O nome foi tomado do título de um álbum do The Flaming Lips chamado "Hit to Death in the Future Head".
01 - Le Garage 02 - Robot 03 - A To B 04 - Decent Days And Nights 05 - Meantime 06 - Alms 07 - Danger Of The Water 08 - Carnival Kids 09 - The City Is Here For You To Use 10 - First Day 11 - He Knows 12 - Stupid And Shallow 13 - Trying Not To Think About Time 14 - Hounds Of Love 15 - Man Ray 16 - Decent Days And Nights (Radio Mix) 17 - Hounds Of Love (Radio Mix)
01 - Yesno 02 - Cope 03 - Fallout 04 - Skip To The End 05 - Burnt 06 - News And Tributes 07 - The Return Of The Beserker 08 - Back To The Sea 09 - Worry About It Later 10 - Favours For Favours 11 - Thursday 12 - Face
01 - The Beginning Of The Twist 02 - Walking Backwards 03 - Think Tonight 04 - Radio Heart 05 - This Is Not The World 06 - Sale Of The Century 07 - Hard To Bear 08 - Work Is Never Done 09 - Broke Up The Time 10 - Everything's Changing Today 11 - Sleet 12 - See What You Want To See
01 - The Chaos 02 - Struck Dumb 03 - Heartbeat Song 04 - Stop The Noise 05 - The Connector 06 - I Can Do That 07 - Sun Goes Down 08 - This Is The Life 09 - The Baron 10 - Dart At The Map 11 - Jupiter 12 - Bricks & Stones (Bonus Track) 13 - Local Man Of The World (Bonus Track)
Extraindo o melhor do post punk, new wave e do pop como inspiração,The Futureheads, oriundos de Sunderland, pequena cidade no nordeste da Inglaterra, estavam cercados das melhores personalidades do movimento britânico de música alternativa, sendo assim vizinhos musicalmente de célebres grupos como Franz Ferdinand e Bloc Party, o que definitivamente pesava na disputa pela influência de território.
A banda começou como um trio com Barry Hyde (vocal/guitarra), Jaff (baixo) e Pete Brewis (bateria). Hyde e Brewis foram tutores em uma organização denominada Sunderland’s CityDetached Youth Project, que tinha como objetivo tirar crianças da rua e introduzi-las no âmbito musical. A banda também utilizava o edifício como espaço para praticar, junto com grupos de outras áreas. O restante da formação de The Futureheads foi também proveniente dessa organização: Ross Miller, vocalista e guitarrista, e o irmãozinho mais novo de Barry, Dave, que eventualmente assumiu o dever dos tambores de Brewis.
A banda lançou seu primeiro single no final de 2002, e seguiu-o com mais dois singles em 2003, Decent Days and Nights e First Day, ambos dois quais foram distribuídos pelo rótulo da Fantastic Plastic .
Durante todo o ano de 2004, a 679 Records trabalhou incessantemente para lançar o álbum auto-intitulado da banda. Com o feito, The Futureheads foi lançado nos Estados Unidos, coincidindo com a turnê americana do Franz Ferdinand, o que deu-lhes a oportunidade de abrir os shows da mesma. O grupo passou a maior parte de 2005 em turnê, incluindo a abertura de concertos para bandas como Foo Fighters, Oasis e Pixies. O segundo disco da banda, ”News and Tributes”, chegou ao Verão de 2006 contando com um som mais brilhante e composições mais complexas. A terceira tentativa da banda veio explorando suas raízes e revivendo as guitarras angulares, ”This Is Not The World” foi lançado sobre a sua própria marca, Nul Records, em 2008 e não teve a melhor das recepções pela crítica. Dois anos depois, “The Chaos” inaugurou uma nova abordagem da banda, imergindo no alvo da política, tratando governantes corruptos e banqueiros de excessiva usura com demasiada acidez e sagacidade.
Bom, o primeiro álbum da banda na minha opinião é impecável. Traz consigo uma energia vibrante, perspicaz e de um agudo espírito que nos penetra vigorosamente com seus ritmos dançantes e vocais harmônios. Uma agradável combinação pós-punk-pop, digna de caracterizá-los como herdeiros diretos do Gang of Four, cujo guitarrista Andy Gill ajudou a produzir o álbum. Com uma forte dinâmica, o auto- intitulado álbum gira durante toda sua execução em uma fórmula enérgica e constante que não deixa cair no desgastado post punk. Faixas como o cover de Kate Bush, “Hounds Of Love”, contém em si um fôlego apaixonante, ”Danger of The Water” com seu ritmo mais lento e arranjos refinados ou as entusiasmadas ”Meantime” e ”Trying Not to Think About the Time” propagando seus ritmos frenéticos e transloucados em todas as direções.
É simplesmente sensacional, The Futureheads, em sua estréia, não falha ao alcançar seu fado de nos entreter com suas divertidas canções. Indico ouvir, imediatamente, a “First Time”, por mim considerada uma das melhores do álbum por ser curta e eficiente, e também a dançante ”Meantime”, que flui maravilhosamente com suas guitarras mais discretas e vocais perfeitamente encaixados, além de sua explosiva intro que já nos agita em seus primeiros segundos, lembra muito a conhecida “Take Me Out”, do influente Franz Ferdinand. Enfim, este e os demais álbuns da banda são altamente recomendáveis. Espero que já tenha sido o suficiente para perceberem que é uma grande tolice não se juntarem a incessante energia dos rapazes de The Futureheads. Deixo o dever de explorarem mais a banda com vocês, não haverá arrependimentos quanto a isso, posso garanti-los!
Discografia:
The Futureheads (2004) News And Tributes (2006) This Is Not The World (2008) The Chaos (2010)
A partir dessa sexta, serei a mais nova integrante do Indie N Roll e estarei escrevendo minhas opiniões entediantes para o blog, mesmo que estas não deixem de ser genuínas, já que são originadas de uma verdadeira apaixonada por música.
Pois então, a maioria das ilustres sextas, aqui eu estarei para recomendá-los novas bandas do cenário indie e alternativo. Espero que curtam minhas dicas e que elas sejam úteis para inovar aquele repetitivo e maçante repertório. Afinal, o que seria de nós sem a constante evolução do velho bom rock ‘n’ roll? Com exceção de alguns deslizes, claro...
Elefant
Vamos começar então com a banda nova-iorquina “Elefant”, formada pelo muy hermoso Diego García, filho de pais argentinos, porém, nascido em Detroit no final dos anos 70. Imergiu-se nas melodias de Iggy Pop e MC5 desde cedo, e carregou a música em si durante todo o período que se manteve na Argentina. O que com o tardar do tempo, o levou a abandonar uma pretensiosa carreira no ramo da Economia e a submergir, por fim, no mundo da música. Garcia, após um ano tocando com uma banda chamada Circus em Nova Iorque, consegue reunir o baixista Jeff Berall, o guitarrista Mod e o baterista Kevin McAdams para o eclético projeto chamado “Elefant”. Atraindo rapidamente a atenção da Kemado Records, assídua gravadora no universo indie, esta foi impelida a assinar com a banda logo após escutar seus primeiros demos. O EP Gallery Girl inaugurou o grupo em Fevereiro de 2003, e o exuberante álbum de estréia, "Sunlight Makes Me Paranoid", foi lançado dois meses depois. A segunda obra do quarteto, veio em Abril de 2006, "The Black Magic Show", demonstrando mais confiança e solidez. Algumas de suas músicas tiveram destaque em outros veículos de mídia. “Uh Oh Hello” teve participação no jogo FIFA 07, “Why” embalou a season finale da série “Scrubs” e para finalizar, “Ester” foi usada na atmosfera musical em um dos episódios da segunda temporada de “The O.C.”.
Prole de Nova Iorque, a banda possui uma pegada Indie/Alternativa com fortes influências do Post-Punk, despertando um revisionismo dos anos 80 (lembrando a essência de bandas como The Cure, Joy Division, Duran Duran) misturada a um leve toque do som de garagem de Iggy Pop, créditos dados à íntegra participação do músico na infância de Garcia. Qualquer semelhança de Garcia com Morrissey não chega a ser mera coincidência – apresentando-nos um vocal levemente lamuriento, com que notamos com facilidade em faixas como "Tonight Let’s Dance", "Annie" e a homônima "Sunlight Makes Me Paranoid". Considero ambos os álbuns incríveis. Conduzem-nos a uma saborosa viagem a uma versão mais modernizada do glamour os anos 80. Não pecando na repetição de fórmulas, inebriando-nos com faixas de elementos inéditos, acompanhadas de um vocal brioso e distante desempenhado por Garcia com magnificência. O grande lance da banda Elefant é sua espantosa química eclética, que pra mim, funcionou perfeitamente. É uma grande pena que a banda se encontre dissolvida no atual momento. Pra quem que curtiu bastante, só acompanhar o grupo através de seu MySpace e um fan site oficial e rezar bastante para que uma reunião da banda não tarde a se realizar. O vocalista, Diego Garcia, encontra-se em carreira solo, contudo seu trabalho diverge da proposta exposta pela banda. Até onde sei é algo relacionado a releituras modernas do tango. Mas isso já é outra história...
Discografia da banda:
Gallery Girl (EP) (2003) Sunlight Makes Me Paranoid (LP) (2003) Misfit (Single) (2004) The Black Magic Show (LP) (2006)
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