The Futureheads é uma banda banda de Rock Alternativo britânica surgida em Sunderland, Inglaterra. Entre as suas influências estão Kate Bush, Fugazi, Devo, Queen e The Jam. O nome foi tomado do título de um álbum do The Flaming Lips chamado "Hit to Death in the Future Head".
01 - Le Garage 02 - Robot 03 - A To B 04 - Decent Days And Nights 05 - Meantime 06 - Alms 07 - Danger Of The Water 08 - Carnival Kids 09 - The City Is Here For You To Use 10 - First Day 11 - He Knows 12 - Stupid And Shallow 13 - Trying Not To Think About Time 14 - Hounds Of Love 15 - Man Ray 16 - Decent Days And Nights (Radio Mix) 17 - Hounds Of Love (Radio Mix)
01 - Yesno 02 - Cope 03 - Fallout 04 - Skip To The End 05 - Burnt 06 - News And Tributes 07 - The Return Of The Beserker 08 - Back To The Sea 09 - Worry About It Later 10 - Favours For Favours 11 - Thursday 12 - Face
01 - The Beginning Of The Twist 02 - Walking Backwards 03 - Think Tonight 04 - Radio Heart 05 - This Is Not The World 06 - Sale Of The Century 07 - Hard To Bear 08 - Work Is Never Done 09 - Broke Up The Time 10 - Everything's Changing Today 11 - Sleet 12 - See What You Want To See
01 - The Chaos 02 - Struck Dumb 03 - Heartbeat Song 04 - Stop The Noise 05 - The Connector 06 - I Can Do That 07 - Sun Goes Down 08 - This Is The Life 09 - The Baron 10 - Dart At The Map 11 - Jupiter 12 - Bricks & Stones (Bonus Track) 13 - Local Man Of The World (Bonus Track)
Extraindo o melhor do post punk, new wave e do pop como inspiração,The Futureheads, oriundos de Sunderland, pequena cidade no nordeste da Inglaterra, estavam cercados das melhores personalidades do movimento britânico de música alternativa, sendo assim vizinhos musicalmente de célebres grupos como Franz Ferdinand e Bloc Party, o que definitivamente pesava na disputa pela influência de território.
A banda começou como um trio com Barry Hyde (vocal/guitarra), Jaff (baixo) e Pete Brewis (bateria). Hyde e Brewis foram tutores em uma organização denominada Sunderland’s CityDetached Youth Project, que tinha como objetivo tirar crianças da rua e introduzi-las no âmbito musical. A banda também utilizava o edifício como espaço para praticar, junto com grupos de outras áreas. O restante da formação de The Futureheads foi também proveniente dessa organização: Ross Miller, vocalista e guitarrista, e o irmãozinho mais novo de Barry, Dave, que eventualmente assumiu o dever dos tambores de Brewis.
A banda lançou seu primeiro single no final de 2002, e seguiu-o com mais dois singles em 2003, Decent Days and Nights e First Day, ambos dois quais foram distribuídos pelo rótulo da Fantastic Plastic .
Durante todo o ano de 2004, a 679 Records trabalhou incessantemente para lançar o álbum auto-intitulado da banda. Com o feito, The Futureheads foi lançado nos Estados Unidos, coincidindo com a turnê americana do Franz Ferdinand, o que deu-lhes a oportunidade de abrir os shows da mesma. O grupo passou a maior parte de 2005 em turnê, incluindo a abertura de concertos para bandas como Foo Fighters, Oasis e Pixies. O segundo disco da banda, ”News and Tributes”, chegou ao Verão de 2006 contando com um som mais brilhante e composições mais complexas. A terceira tentativa da banda veio explorando suas raízes e revivendo as guitarras angulares, ”This Is Not The World” foi lançado sobre a sua própria marca, Nul Records, em 2008 e não teve a melhor das recepções pela crítica. Dois anos depois, “The Chaos” inaugurou uma nova abordagem da banda, imergindo no alvo da política, tratando governantes corruptos e banqueiros de excessiva usura com demasiada acidez e sagacidade.
Bom, o primeiro álbum da banda na minha opinião é impecável. Traz consigo uma energia vibrante, perspicaz e de um agudo espírito que nos penetra vigorosamente com seus ritmos dançantes e vocais harmônios. Uma agradável combinação pós-punk-pop, digna de caracterizá-los como herdeiros diretos do Gang of Four, cujo guitarrista Andy Gill ajudou a produzir o álbum. Com uma forte dinâmica, o auto- intitulado álbum gira durante toda sua execução em uma fórmula enérgica e constante que não deixa cair no desgastado post punk. Faixas como o cover de Kate Bush, “Hounds Of Love”, contém em si um fôlego apaixonante, ”Danger of The Water” com seu ritmo mais lento e arranjos refinados ou as entusiasmadas ”Meantime” e ”Trying Not to Think About the Time” propagando seus ritmos frenéticos e transloucados em todas as direções.
É simplesmente sensacional, The Futureheads, em sua estréia, não falha ao alcançar seu fado de nos entreter com suas divertidas canções. Indico ouvir, imediatamente, a “First Time”, por mim considerada uma das melhores do álbum por ser curta e eficiente, e também a dançante ”Meantime”, que flui maravilhosamente com suas guitarras mais discretas e vocais perfeitamente encaixados, além de sua explosiva intro que já nos agita em seus primeiros segundos, lembra muito a conhecida “Take Me Out”, do influente Franz Ferdinand. Enfim, este e os demais álbuns da banda são altamente recomendáveis. Espero que já tenha sido o suficiente para perceberem que é uma grande tolice não se juntarem a incessante energia dos rapazes de The Futureheads. Deixo o dever de explorarem mais a banda com vocês, não haverá arrependimentos quanto a isso, posso garanti-los!
Discografia:
The Futureheads (2004) News And Tributes (2006) This Is Not The World (2008) The Chaos (2010)
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