Khoma é uma banda de Rock Alternativo/Progressivo, originária da Suecia, mais especificamente de Umeå. Alguns de seus membros também integram o "Cult Of Luna" e o "The Perishers and The Deportees". Fundada e formada por Jan Jämte (Voz), Johannes Persson (Guitarra) e Fredrik Kihlberg (Voz e Piano), seu primeiro EP foi lançado no ano de 2002, seguido pelo álbum debut intitulado de "Tsunami", lançado no ano de 2004.
01 - Stop Making Speeches 02 - Like Coming Home 03 - Just Another Host 04 - One Of Us Must Hang 05 - The Hour 06 - Not In My Name 07 - One Last Moment 08 - Fifth Column (I've Seen Evil)
01 - The Guillotine 02 - Stop Making Speeches 03 - If All Else Fails 04 - Medea 05 - Hyenas 06 - Through Walls 07 - Like Coming Home 08 - Asleep 09 - Last Call 10 - 1909-08-04 11 - One Of Us Must Hang
01 - Army Of One 02 - From The Hands Of Sinners 03 - Harvest 04 - Osiris 05 - A Final Storm 06 - Inquisition 07 - The Tide 08 - All Like Serpents 09 - In It For Fighting 10 - By The Gallows 11 - Mist
Eles são uma das mais peculiares combinações já avaliadas, reunindo batidas psicodélicas, doses de dub e folk, texturas pop e bastante da inesgotável fonte de influência vinda de Liverpool, dispersando a Mersey Beat com uma notável freqüência em suas faixas. Não precisando de grande esforço para deixar aquele doce sabor de Beatles na boca e dos seus clássicos iê-iê-iês. Tudo que contribuiu para criar essa variada e extravagante sonoridade vinda de uma banda originária da Penísula de Wirral em Merreyside, Inglaterra, e que é composta por colegas de bairro, propagando-se direta e genuinamente como uma explosiva onda após o lançamento de seu primeiro EP, "Shadows Fall". Este garantiu com que o grupo torna-se uma verdadeira sensação no Reino Unido, progredindo na entrada para a cultura mainstream.
Os vocais e as pulsantes guitarras do sexteto ficam compartilhados por James Skelly e Lee Southhall, a bateria é comandada por Ian Skelly, no baixo e no saxofone está Paul Duffy, Bill Ryder-Jones fica na guitarra e no trompete, e Nick Power completa a formação com o órgão. Apresento-lhes, então, os impetuosos rapazes de The Coral. Jovenzinhos de Liverpool obcecados por corais dominaram a Inglaterra na segunda metade de 2002, contagiando-nos instantaneamente com sua sonoridade vasta, sessentista e arranjos vocais delicados e melodias viciantes.
O auto-intitulado álbum de estréia saiu em 2002 e foi eleito pela NME como o 21º melhor álbum da década. E foi muito bem aclamado pela crítica. E com certeza, será um dos mais originais discos vocês irão ouvir, The Coral mostra que definitivamente não é um mero pastiche de Beatles. A capa já nos sugere que uma lúdica e psicodélica viagem está por vir. Realizam uma transição de gêneros de forma impecável e de forma extremamente hábil, condensando faixas que vão do rock ao pop, “Dreaming of You” é borrifada pela apaixonada voz de Skelly e com sua letra poética, os sopros de chifre proporcionados pelo trompete e as pancadas de baixo dão a melodia um ar pulsante. O resultado final não nos causa nada menos do que uma grande comoção e deslumbre. As faixas “Simon Diamond” e “Goodbye” têm uma repercussão semelhante à fase inicial do Pink Floyd. As guitarras sórdidas e os refrões gritados de “Badman” conduzem-nos a uma incessante energia. No estilo hinário, ”Shadows Fall” é o lugar onde finalmente esse conto de aventura começa, e o álbum é encerrado por “Calendars and Clocks” selando com sua estranha sonoridade de ressonâncias marítimas. The Coral - self-titled foi nomeado posteriormente ao Mercury Music Prize e alcançou a quinta posição no UK Albums Chart.
Ao final do album, ficamos apaixonados por essa infinita diversidade musical da banda. Posso dizer que fui arrebatada pelo charmoso sexteto, realmente não há nada igual a essa harmônica e funcional combinação feita por The Coral. Os demais álbuns são igualmente instigantes, não mais do que o álbum de estréia – cujo qual eu desenvolvi especial carinho por sua corajosa e pomposa obra – porém passam longe de causarem reações de arrependimento ou perda de tempo. As acrobacias realizadas por esses malandros da costa oeste da Inglaterra nos divertem até o desfecho, sem nunca nos cansar.
Em suma, “Magic and Medicine” foi realizado no ano seguinte, recebido muito bem pela crítica e atingindo o primeiro lugar no UK Albums Chart. Sólido, balanceado e inspirador, destacam-se os singles “Don't Think You're the First” e "Pass It On”. A terceira realização, “Nightfreak and the Sons of Becker”,, veio como um adendo de “Magic and Medicine”, com uma pegada mais sombria e psicodélica, riffs de guitarra insanos e bem elaborados. Saiu em edição limitada e com toda sua invenção, concluiu o trio de álbuns impecáveis, lançados como uma infecção de criatividade e ousadia. A partir de “The Invisible Invasion” em 2005, o grupo transfere-se para uma abordagem mais simples, dando as canções um foco rítmico sobressaltando na maior parte do tempo no primordial guitarra, baixo e bateria. Provavelmente, teriam continuado nessa direção se não fosse pela morte do guitarrista Bill Ryder-Jones em 2008, um ano após o lançamento de “Roots & Echoes”. O último álbum chegou ao ano passado, “Butterfly House” vem afiado, com uma vibe pop, repleto de riffs e melodias contagiantes. A marca dos anos 60 ainda está presente, mas desvincula-se da associação Pink Floyd feita em discos anteriores. Nada que impeça de classificá-lo como um excelente álbum.
Bom, tudo isso vocês poderão verificar por si próprios. A dica já está aí e qualidade da “inexperiência” dos garotos de The Coral é inegável, portanto, agora é só desfrutar do que esse interessante grupo tem a oferecer. Espero ter contribuído para agradáveis horas de diversão e boa música.
The Coral (29 de Julho de 2002) Magic and Medicine (28 de Julho de 2003) Nightfreak and the Sons of Becker (26 de janeiro de 2004) The Invisible Invasion (23 de maio de 2005) Roots & Echoes (6 de agosto de 2007) Butterfly House (12 de julho 2010)
Elefant foi uma banda de Indie Rock/Rock Alternativo formada em Nova Iorque, Estados Unidos. Liderada por Diego Garcia (Voz e Teclado), acompanhado também por Kevin McAdams (Bateria), Mod (Guitarra Solo e Guitarra Ritimica) e Jeff Berrall (Baixo, Triangulo e Orgão).
Quer saber mais sobre a banda? Confira o Post "Recomendação da Semana", sobre a banda:
01 - Make Up 02 - Now That I Miss Her 03 - Misfit 04 - Bokkie 05 - Tonite Lets Dance 06 - Static On Channel 4 07 - Sunlight Makes Me Paranoid 08 - Annie 09 - Love 10 - Ester
Lemuria é uma banda de Indie Rock/Indie Pop originaria de Buffalo, Nova Iorque, formada em 2004. O primeiro contato entre os integrantes do Lemuria, foi no verão de 2004, entre Alex Kerns (Bateria e Voz), Sheena Ozzella (Guitarra e Voz) e Adam Vernick (Baixo). Assim o trio começa a escrever canções e lança uma demo contendo 5 músicas, gravada no estúdio Watchmen Recording Studios.
Após um longo período de shows, lançam a demo intitulada de "Lemuria Demo", após o lançamento da demo, Adam deixa o grupo, e em Março de 2005, Jason Draper ingressa ao Lemuria. Em 27 de Outubro de 2009, a banda lança seu single "Ozzy", e da continuidade a sua turnê, passando pelo Canadá e Estados Unidos. Em 19 de Abril de 2010, a banda assina com o selo "Brigde 9 Record", e em 2011 lança o album mais recente, "Peble".
01 - Hours 02 - Lick Your Lips 03 - Bugbear 04 - Rough Draft 05 - Keep Quiet 06 - Bristles And Whiskers 07 - Sophmore 08 - In A World Of Ghosts... 09 - Who Would Understand A Turtle 10 - Bee Spit 11 - The Origamists Too 12 - It's Not A Lie, It's A Secret 13 - Bookworm 14 - The Origamists 15 - Home For The Holidays 16 - Piranha 17 - Trivial Greek Mythology 18 - The Origamists II
Well, well, well, oh, meus amigos!
Saudações independentes para os senhores.
É um grande prazer fazer parte do time de colaboradores do Indie N Roll. Serei uma das pessoas que recomendarão bandas do cenário independente e alternativo, que está sempre parindo mais alguns para nossos ilustres ouvidos.
Como puderam ver no título, meu nome é Katherine e, bem, farei o possível para indicar coisas que vocês tenham orgulho de ouvir por aí e apresentar-lhes sons que não são tão populares por aqui e, por esse motivo, precisamos de mediadores para conhecê-los, como o time do blog.
Sexta sim, sexta não, vou dar o ar da minha graça por aqui ,recomendando algo que descobrimos por aí, quando estamos garimpando.
"I hope you enjoy your stay."
The Pigeon Detectives
Nessa humilde sexta, lhes apresento o The Pigeon Detectives ou Pombos Detetives, como preferirem.
The Pigeon > vocês, vocês > The Pigeon.
Agora que tiveram o primeiro "contato", vamos contar um pouco da história dos caras para que vocês encontrem um ponto em comum.
O "The Pigeon Detectives" é uma banda nativa da Inglaterra, mais precisamente de Rothwell, oeste de Yorkshire, que foi formada oficialmente em 2002.
Se apresentaram no Reading e Leeds Festivals (festivais que acontecem anualmente na Inglaterra), em 2006, ainda como uma banda sem grande conhecimento do público, nos palcos secundários, aqueles feitos para bandas que estão se iniciando no meio artístico e ainda são considerados apenas como banda de garagem, mas com apoios de pessoas do meio musical, como os DJs Steve Lamacq e Jo Whiley, conseguiram uma maior impressão em meio a mídia. Numa matéria da revista NME (revista britânica de música mais vendida no Reino Unido publicada semanalmente), um colunista disse que a banda com aquela tão impressiva apresentação, era a que tinha maiores chances de pular para o palco principal no ano seguinte. E assim se cumpriu. Se apresentaram no palco da NME em 2007 como banda revelação e voltou aos festivais. O show foi televisionado e exibido pela BBC dias depois. Em 2008, fizeram seu maior show no Oxegen, que foi transmitido pela MTV.
Como uma mamãe que prova a comida do filho antes de oferecer, eu ouvi a discografia do The Pigeon esses dias e, posso dizer a vocês que a impressão foi gratificante.
A banda possui dois álbuns oficiais:
Wait for me, 2007 e Emergency, 2008
E o nome do terceiro álbum foi divulgado dia 1° de fevereiro deste ano e, segundo eles, irá se chamar "Up, Guards And At' Em!".
Para vocês que já estão acostumados com aquela sonoridade mais jovem do indie rock, essa é a imagem que a música deles transmite. Ao ouvir a discografia, diversas vezes consegui me lembrar de artistas como The Kooks, The Rascals, The Fratellis e até um pedacinho de Arctic Monkeys. Como no início de qualquer banda, o som ainda não está consolidado o bastante para que possamos imaginar o destino e onde a música deles vai parar. Quase nenhuma música possui melancolia e poderia ser classificada como uma banda meio que... feliz. Mas não confundam com "happy rock", por Deus!
O álbum Wait For Me, tem como destaques as faixas "Romantic Type", "I Found Out" e "Take Her Back", todas com uma vibe pop e alternativa. O álbum Emergency, teve o single "This is an Emergency" marcado como número 5 das top songs do Reino Unido na época.
O Up, Guards And At' Em! será lançado dia 4 de abril e está sendo gravado em segredo, justamente porque seu primeiro álbum foi vazado pela internet, acabando assim com a expectativa do lançamento.
Eles tem um cover bastante divertido de "Girlfriend" da Avril Lavigne, que, na minha opinião, deu um ar muito mais devido à canção.
O nome da banda "The Pigeon Detectives" tem várias versões de justificativas. Alguns dizem que foi um australiano que olhou para eles no festival e soltou a expressão, outros dizem que foi o promotor de eventos do Leeds Festival, outros que foi uma declaração deles no "Later with Jools Holland", todos classificados como rumores.
Vou ficando por aqui e vou deixar os videoclipes dos champs para que vocês deem uma observada e tirem suas próprias conclusões sobre.
Pelo antigo padrão do Blog, todas discografias eram postadas pelo 4shared, entretanto, o mesmo retirou vários dos links postados aqui. Por padrão, os álbuns serão postados via Mega (Antigo Megaupload).
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